Todos os anos, a direção do Colégio Cermac participa do Encontro Nacional PEA-UNESCO – (Programa de Escolas Associadas à UNESCO do Brasil). O destino escolhido para 2019 foi a histórica cidade de Ouro Preto, Minas Gerais e o Colégio Cermac foi representado pela mantenedora, Rosa Maria Castanho. 

O objetivo principal do evento é reunir os educadores das escolas associadas ao PEA-UNESCO de todo o Brasil para que possam compartilhar suas vivências, experiências, boas práticas e projetos. Além disso, os participantes têm a possibilidade de visitarem e conhecerem um pouco mais do patrimônio histórico e cultural do nosso país, que é tão diversificado. Além da presença da Coordenadora Internacional do programa, também estiveram presentes representantes do PEA- UNESCO do Japão, Angola, Cabo Verde, Espanha e Portugal.

Renomados palestrantes abordaram temas das mais diversas áreas de conhecimento, agregando ainda mais conteúdo aos mantenedores, gestores, coordenadores e equipe escolar. Muito se falou a respeito dos temas do ano de 2019: Ano Internacional das Línguas Indígenas e Ano Internacional da Tabela Periódica. Temas discutidos em anos anteriores permanecem e também foram trabalhados como Aprendizagem Intercultural, Educação para a Sustentabilidade e Cultura da Paz. 

Em 2019, um dos temas trabalhados pela rede foi o Ano Internacional das Línguas Indígenas. Para Rosa Maria Castanho, este tema foi fundamental para o Brasil, que tem mais de duas centenas de línguas indígenas e, infelizmente, muitas delas desapareceram. Na rede PEA - UNESCO há três escolas indígenas associadas. 

Rosa Maria relembra ainda a viagem da Missão Pedagógica Internacional, realizada no primeiro semestre deste ano, onde a direção visitou a Nova Zelândia e a Austrália: “Esse tema das Línguas Indígenas foi oportuno, inclusive para nossa viagem da Missão Pedagógica Internacional para a Nova Zelândia, pois nesse país a língua e cultura Maori fazem parte do currículo de muitas escolas e com obrigatoriedade no país a partir deste ano de 2019.”

O tema Ano Internacional da Tabela Periódica se mostrou uma ótima oportunidade e possibilidade de trabalho com o Ensino Médio. No Colégio Cermac, o assunto foi abordado também pela turma de 9º ano e é um dos temas da Mostra de Ciência e Cultura 2019.  

A mantenedora ressaltou que escolas brasileiras estão sendo convidadas a participarem dos projetos internacionais propostos pela Coordenação Internacional nas mais diferentes áreas com maior frequência. Neste encontro, os participantes assistiram à apresentação de “O mundo na palma da mão: alunos viajam para representar a rede PEA-UNESCO brasileira”, por alunos de algumas escolas do Brasil. 

Para 2020, os temas escolhidos são Ano Internacional da Saúde Vegetal/Fitossanidade, que serão abordados em todos os projetos do Cermac no próximo ano. 

O evento na cidade de Ouro Preto, Patrimônio Universal, foi realmente um congraçamento de todos os participantes e um sucesso para a área educacional. 

 

 

 

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Todos os anos, o Colégio Cermac está presente nas missões pedagógicas do grupo do PEA UNESCO - Programa de Escolas Associadas à UNESCO do Brasil - pelo mundo, através da mantenedora, Rosa Maria Castanho, e da diretora pedagógica, Roberta Mardegam.

No final do mês de maio e início de junho, o grupo, que tem como objetivo fundamental criar uma rede internacional de escolas que trabalhem pela ideia da cultura de paz, visitou a Nova Zelândia e a Austrália. 

Nova Zelândia

A primeira parada do grupo foi na Nova Zelândia, onde visitaram escolas, universidades, aldeias e a Embaixada Brasileira. 

O sistema educacional neozelandês está classificado pelo Fórum Econômico Mundial como 8º dentre os melhores do mundo. Nas escolas, destaca-se o protagonismo da criança desde muito pequena e em todas as situações (um exemplo disso é o fato de serem eles mesmos que organizam sua travessia da rua para a escola). A diretora pedagógica conta que a tecnologia utilizada nas escolas vai além da parte digital por nós conhecida. A partir do 7º ano, os alunos a utilizam de maneiras diversas como a chamada foodtecnology, onde discutem sobre nutrição, confecção de pratos e soluções para uma alimentação saudável, design, com desenvolvimento de roupas e outros itens, manuseando máquinas de costura e outros instrumentos, carpintaria e muitas outras opções do que hoje chamamos de movimento maker.  

Com relação ao ensino de línguas, ao longo da vida escolar os alunos têm contato com ao menos 3 idiomas diferentes, iniciando com 2 aulas por semana e, conforme vão crescendo, chegam a 4 aulas semanais no idioma de escolha do próprio aluno. Contam ainda com intercâmbios nos países cujos idiomas escolheram. 

No Ano Internacional das Línguas Indígenas a escolha do país para a visita desta Missão Pedagógica não poderia ter sido melhor: o país dá uma aula de respeito à cultura. A cultura indígena local é preservada, respeitada e praticada dentro das escolas. Em uma das visitas, os alunos recepcionaram os visitantes brasileiros com a Haka, típica dança Maori. O ensino da língua Maori nas escolas, a partir de 2019, é obrigatório.

O grupo conheceu ainda uma aldeia Maori repleta de gêiseres, que são uma nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor de ar. Os habitantes se utilizam desta água para cozinhar. A alimentação é simples, mas rica em vegetais e carne de ovelha. As ovelhas, inclusive, são maioria no país: 45 milhões de ovelhas em um país de 5 milhões de habitantes.

Por fim, conheceram as universidades neozelandesas, as quais contam com diversos programas voltados a estrangeiros que têm interesse em cursar a graduação ou uma especialização no país.

 

Austrália

Chegando em Sydney, cidade mais populosa da Austrália, o grupo visitou escolas que, de modo geral, são bastante similares às visitadas no país vizinho. O que as diferencia é a valorização da cultura indígena local (Aborígene), que na Austrália fica muito aquém e teve início recentemente. O povo aborígene foi marginalizado por muito tempo e os australianos começaram a ter consciência da necessidade desta valorização há pouco tempo.  

Em visita ao Ministério da Educação, o grupo assistiu à palestra ministrada por uma representante aborígene, que foi finalizada com um tradicional churrasco com direito à carne de crocodilo e canguru, popular entre os aborígenes. 

Finalizada a viagem, o grupo voltou ao Brasil com novas ideias e muita bagagem para melhorar ainda mais a educação em suas escolas, investindo em inovações tecnológicas e, principalmente, respeito e valorização às culturas locais. 

 

 

 

 

 

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Anualmente, a direção do Colégio Cermac participa do Encontro Nacional PEA-UNESCO – (Programa de Escolas Associadas à UNESCO do Brasil). Este ano, o destino foi a cidade de Salvador, na Bahia.

Os congressistas assistiram palestras sobre os mais variados temas educacionais, porém, poder trocar experiências a fim de agregar às suas próprias instituições as boas práticas dos colegas, é o grande diferencial deste encontro.

Segundo a diretora pedagógica do Cermac, Roberta Mardegam, ficou bastante evidente a preocupação de todas as escolas em trabalhar em rede, que é a proposta da UNESCO: todos trabalhando juntos pelo melhor da educação, que é a educação para a paz. Este ano, o número de escolas associadas aumentou para mais de 500, ou seja, são mais pessoas por todo o Brasil trabalhando para melhorar a educação.

Por estarmos na Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), o tema foi bastante abordado ao longo de todo o encontro, ressaltando que os povos ao redor do mundo vieram da África. Assim, a discussão sobre a importância de promovermos a igualdade em todos os âmbitos, ganhará ainda mais força.  

Por fim, as escolas participantes foram orientadas a dar continuidade ao trabalho com as mudanças climáticas, iniciado em 2017, pois este problema continua sendo uma grande preocupação da ONU. Além deste, os temas para o ano de 2019 “Ano da preservação das línguas indígenas” e “Ano da tabela periódica” serão abordados em todos os nossos projetos do próximo ano.

O evento trouxe ainda mais aprendizado, conteúdo e capacitação à equipe Cermac, permitindo que o colégio atue sempre de acordo com o que há de mais atual na educação e formando cidadãos para o mundo, com um olhar atento ao outro, à natureza e ao mundo.

 

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Na última semana de abril, a mantenedora do Colégio Cermac, Rosa Maria Castanho e a Diretora Pedagógica, Roberta Mardegam, participaram de mais uma visita às escolas do mundo com o grupo do PEA UNESCO - Programa de Escolas Associadas à UNESCO do Brasil. O PEA (ASPNet) tem como objetivo fundamental criar uma rede internacional de escolas que trabalhem pela ideia da cultura de paz e está presente em 130 países.

A visita fez parte da Missão Pedagógica do PEA, que anualmente visita escolas associadas em diversos países, a fim de trocar experiências e conhecer diferentes formas de pensar a educação no mundo. Este ano, o evento teve início em Toronto, no Canadá, e terminou em Nova York, nos EUA.

Toronto

Em Toronto, localizada na província de Ontario, o grupo visitou os colégios David Suzuki Secondary School, Stephen Lewis Secondary School e o Pickering College, além de conhecer o Ministério da Educação.

A Suzuki School foi fundada em 2011 e é certificada como Ecoescola devido à grande preocupação com o meio ambiente. Ecoschool é um programa em Ontário que rankeia e certifica as escolas acerca das práticas em relação ao meio ambiente. A construção da escola foi toda pensada em influenciar ao mínimo o meio ambiente e ações diárias são realizadas, como o uso de plataformas digitais para aprendizagem, evitando o uso de livros. 

Já a Pockering College, que conta com 450 alunos, é uma escola privada/independente e não conta com subsídios do governo. O grupo contou com a tradução de duas alunas brasileiras que estudam lá.

Chegando ao Ministério da Educação, o grupo conheceu algumas particularidades da educação no país. No Canadá, a educação é descentralizada. O país é dividido em 3 territórios e 10 províncias e não há um órgão central encarregado de estabelecer e monitorar as regras e padrões relacionados à educação no país, sendo assim, é responsabilidade das províncias e territórios e é gratuita para todos (95% dos estudantes está em escolas públicas). 

Nova York

O ponto de partida em Nova York foi a visita à ONU (Organização das Nações Unidas), que foi construída entre 1949 e 1952 com projeto do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. 

Posteriormente, o grupo conheceu a Ross School, a Quest to Learn e a Avenues New York.

A Ross School, localizada no meio de uma floresta em East Hampton, é uma escola particular que atende alunos do mundo todo, desde a educação infantil até o ensino médio e possui uma proposta curricular inovadora, em período integral, onde as atividades em sala de aula integram artes, escrita, literatura, saúde, bem-estar e uso de tecnologia, com o incentivo à resolução de problemas, tomada de decisões e apresentação de conclusões. Uma curiosidade: toda a base curricular da escola foi desenvolvida e, posteriormente, construiu-se o prédio, atendendo todas as necessidades da proposta.

Já a Quest to Learn é uma escola pública totalmente diferente do que conhecemos. O aprendizado é todo voltado para jogos de plataformas e jogos de tabuleiro e a escola atende, principalmente, alunos com dificuldade de aprendizagem (38% dos alunos tem algum tipo de necessidade especial). Os jogos são desenvolvidos pelos próprios professores com a ajuda de designers de games. 

Por fim, conheceram a Avenues New York, escola bastante elitizada e que pretendem abrir filiais no mundo todo.

A visita foi enriquecedora de diversas maneiras, pois proporcionou o conhecimento de uma cultura diferente e, principalmente, agregou novas práticas educacionais de sucesso que certamente servirão de inspiração para engrandecer ainda mais a proposta pedagógica do Colégio Cermac, a qual já vem trilhando uma formação voltada não somente para a aprovação nos vestibulares, mas principalmente para o crescimento de cidadãos preocupados com o próximo, com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, em consonância com os avanços tecnológicos.

 

 

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Em 2016 aconteceu o 1º Concurso Literário no salão da Câmara Municipal de São Paulo, o colégio Cermac foi representado por quatro alunas: Maria Eduarda Sato da Silva; Beatriz Trigo Godinho; Amanda Marques Ferraz Reis e Mariana Pina Vasquez, que produziram redações com o tema “O poder de uma semente (The power of seed). 

O tema escolhido para este ano foi “O homem e a natureza” (Man and nature) e é com imensa satisfação que comunicamos que nossos alunos foram premiados novamente nesta 2ª edição do concurso. 

Os alunos selecionados foram:

Amanda Pascali Janjiulio  

Beatriz Ferreira Salomão 

Giovanna Siqueira Valerini 

Maria Luiza Souza Delfino

Vinícius Silva Bastos de Oliveira

A premiação aconteceu no dia 01/09, às 19h, no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo. 

Parabéns aos nossos alunos!

 

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No mês de junho, a diretoria do Colégio Cermac participou de mais um Congresso organizado pelo PEA-UNESCO (Programa de Escolas Associadas à UNESCO). O destino foi o Japão e participaram da viagem o diretor geral, Adriano Castanho, a diretora pedagógica, Roberta Mardegam e a mantenedora Rosa Maria Castanho (nossa querida Prô Rosa).

Anualmente, os líderes das escolas associadas à UNESCO participam de visitas técnicas a outras escolas ao redor do mundo, com o intuito de conhecer os diferentes sistemas de ensino, além da cultura destes países.  

A diferença cultural entre o Japão e o Brasil é grande e não se limita apenas ao idioma. Chamou a atenção dos diretores a organização e a limpeza do país de maneira geral. Com cerca de 140 milhões de habitantes, as ruas estão sempre cheias de pedestres e metrô lotado de passageiros, porém, parece que tudo se encaixa e funciona como se fosse ensaiado. Não há tumultos e correrias. Lixo não se vê pela rua e este hábito chamou a atenção dos brasileiros durante a Copa do Mundo no Brasil, onde os japoneses recolheram todo o lixo das arquibancadas da Arena Corinthians. No Japão funciona assim: cada um é responsável pelo seu lixo, devendo guardá-lo consigo até que chegue em casa ou no trabalho.

Nas escolas, os alunos assistem às aulas, brincam, praticam esportes e almoçam. Adriano afirmou que, ao término das refeições - realizadas na própria sala de aula-, os alunos são responsáveis pela limpeza e organização de tudo. 

A autonomia, já percebida em países da Europa visitados em anos anteriores, é presente nos alunos desde a educação infantil, pontua Roberta. Eles aprendem a se organizar, são poucos adultos olhando, não há inspetores de pátio, pessoas para vigiar, eles brincam, correm, caem, se machucam, levantam, sobrevivem e aprendem, são alunos protagonistas em uma sociedade que deixa a criança aprender com os próprios erros e acertos, uma sociedade onde a frustração é o grande combustível para novas tentativas e descobertas.

Assim, mais uma vez fica validado que o caminho que escolhemos trilhar em nossa escola, é o que há de mais assertivo e moderno na educação mundial. 

 

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Reconhecer outra cultura é mais do que visitar e descobrir os encantos e os estranhamentos que o diferente possa suscitar. É compreender, aceitar e por vezes até incorporar um hábito do outro. Trata-se de um desafio, pois é um exercício de respeito enorme, sobretudo ao que de tão incomum, poderia até ofender, se pautado exclusivamente na própria referência do sujeito que se dispôs a interagir com o novo. Exige uma prática cotidiana sem juízo de valor, para que todos os povos possam se desenvolver de forma sustentável.
Num sentido mais amplo pode-se afirmar que a aprendizagem intercultural traduz a maneira como os sujeitos que têm diferentes modos de ser e de viver conseguem conviver de maneira pacífica e harmoniosa entre si. Este processo é fundamental para a construção de uma sociedade intercultural que respeita e dialoga com o outro.
A prática dos encontros interculturais tem como objetivo a elevação da competência intercultural. Apenas através da comunicação e troca de experiências entre as várias culturas será possível o estabelecimento de interação entre elas.
Neste processo a cultura assume um papel de relevo na socialização do indivíduo, quer no seu processo de interiorização do mundo, quer na exteriorização do seu relacionamento com esse mesmo mundo. Este processo interativo é a única possibilidade de se evitar que uma cultura subjugue a outra.
Contudo a maioria das tentativas não é bem sucedida, porque há uma tendência natural de não aceitação do que possa causar rompimento com a coesão de conduta do grupo inicial ao qual se pertença. Por isso alguns pressupostos sociais e situacionais são considerados indispensáveis para que ocorra a aprendizagem intercultural. Entre eles estão o voluntarismo do contacto, a igualdade de estatutos, a intensidade, nomeadamente, a profundidade do contato, assim como o suporte normativo do contato. Condições pessoais prévias são, por exemplo, a estabilidade emocional, a abertura a novas experiências e uma reduzida atitude etnocêntrica entre os participantes. Claro que não se pretende esgotar a construção deste pano de fundo, mas no mínimo sensibilizar os participantes para a questão.
Ainda pensando na sustentabilidade do desenvolvimento das diversas culturas, outro tema que será abordado é a Cristalografia, pois este é o ano de destaque internacional para este recurso. Os cristais fazem parte de nossa vida e nem nos damos conta do quanto estão inseridos em nosso dia a dia e de como são indispensáveis. A exemplo disso, há um século foi descoberto o raio X, pautado nos estudos de simetria dos cristais, aspecto que capturou o interesse do homem e conduziu a pesquisas. No Raio X há uma radiação eletromagnética, que sofre difração pela assimetria do cristal e permite interpretar padrões de imagens. A descoberta do DNA em dupla hélice foi possível por meio da cristalografia, bem como a descoberta de mais de 90 mil estruturas moleculares. Estes trabalhos promoveram avanços na área da saúde.
Hoje a cristalografia é espinha dorsal da indústria farmacêutica, aeronáutica, alimentícia, computadores, enfim essencial para desenvolvimento da maioria de materiais. Deve-se investir neste recurso que está ao alcance de todos,  para desfrutar deste benefício, bastam equipamentos relativamente simples desenvolvidos nas universidades. Contudo, alerta Irina Bokova (Diretora Geral da UNESCO), é indispensável para o desenvolvimento de todos, que o uso seja uma prática sustentável. 
Este trabalho desenvolvido no Colégio CERMAC tem por objetivo o diálogo intercultural por meio da educação, com práticas das ciências, da cultura, da comunicação e da informação. Espera-se que os migrantes convidados a participar e os que forem apreciar este trabalho possam a favor da defesa dos valores de cada nação, acolher as diferenças para além do que lhe for confortavelmente familiar.
Desenvolveremos os temas durante todo o ano letivo, nas aulas e nos eventos, inclusive na Mostra de Ciências e Cultura.
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